API de assinatura digital SuperSign: guia de integração v4
Revisado em 23/09/2026. Este guia descreve a API v4 da SuperSign para novas integrações. A documentação pública é a referência para campos, respostas e eventuais mudanças de contrato.
A API de assinatura digital da SuperSign permite que um sistema crie envelopes, inclua participantes e PDFs, envie documentos para assinatura e acompanhe o resultado por consulta ou webhook. Para começar, use o ambiente de testes, mantenha a chave somente no servidor e siga o fluxo da versão /v4/api.
Quando usar a API
A integração faz sentido quando contratos, termos ou propostas nascem em um ERP, CRM, portal ou produto SaaS e o status da assinatura precisa voltar ao mesmo fluxo. A aplicação de origem continua responsável por decidir quando iniciar o envio e o que fazer após a conclusão; a SuperSign executa o processo de assinatura e expõe seus eventos e documentos pelas rotas documentadas.
Se a decisão ainda é entre integração própria, uso da plataforma e automação de processos, leia também como integrar assinaturas ao site ou sistema. Esta página se concentra no caminho técnico da API v4.
Ambientes, credenciais e primeiro teste
- Sandbox:
https://api.sandbox.supersign.com.br, para desenvolvimento e homologação. Documentos e assinaturas de teste não devem ser tratados como produção com validade jurídica. - Produção:
https://api.sign.supersign.com.br. Use uma chave própria deste ambiente após validar o fluxo. - Autenticação: envie a chave no cabeçalho
Authorization: Bearer. Chaves de teste começam comss_test_; chaves de produção, comss_live_. Nunca as publique no navegador, aplicativo cliente, repositório ou exemplo compartilhado.
A chave é criada na área Configurações → Desenvolvedor da conta correspondente. Para confirmar a autenticação antes de montar o fluxo, consulte GET /v4/api/me. Veja a introdução oficial da API e o guia do primeiro envelope.
Fluxo de um envelope na API v4
O objeto central da integração é o envelope: ele reúne configuração, participantes, documentos e estado do processo. A sequência básica é:
- Criar o rascunho com
POST /v4/api/envelopes/. - Definir as configurações necessárias em
PATCH /v4/api/envelopes/{id}/settings. - Adicionar os participantes em
PUT /v4/api/envelopes/{id}/participants. - Registrar cada PDF em
POST /v4/api/envelopes/{id}/documents, receber a URL de upload e enviar o binário diretamente para ela. Não envie o arquivo em Base64 para uma rota antiga/v1/documents. - Se o fluxo exigir campos no documento, configurar
PUT /v4/api/envelopes/{id}/documents/{documentId}/fields. - Enviar com
POST /v4/api/envelopes/{id}/sende consultar o estado porGET /v4/api/envelopes/{id}.
Os corpos das requisições e os campos obrigatórios dependem da operação. Copie os exemplos da documentação atual, em vez de reaproveitar snippets da antiga rota /v1/documents. Em operações POST, use Idempotency-Key com valor ASCII de 8 a 255 caracteres para que uma tentativa repetida não crie envios duplicados.
Acompanhar assinaturas com webhooks
Cadastre um endpoint do seu backend em POST /v4/api/webhooks/. Eventos como ENVELOPE_SENT, SIGNATORY_SIGNED, ENVELOPE_COMPLETED, ENVELOPE_VOIDED e ENVELOPE_EXPIRED permitem atualizar o status no sistema de origem sem depender apenas de consultas periódicas.
Processe cada evento de modo idempotente pelo seu id; notificações podem ser repetidas ou chegar fora de ordem. Quando a assinatura do webhook estiver configurada, valide o HMAC antes de aceitar a mensagem. Para decisões sensíveis, confirme também o estado atual do envelope na API. Consulte o guia oficial de webhooks.
Segurança e validade: decisões do seu fluxo
Armazene chaves em um gerenciador de segredos, limite quem pode gerá-las e separe teste de produção. No seu backend, registre o identificador do envelope, trate falhas e tentativas repetidas, restrinja o acesso aos documentos e defina retenção de dados conforme a finalidade e a LGPD.
A validade jurídica não decorre automaticamente de “usar uma API”. Ela depende do método de assinatura, do documento, da identificação dos participantes e das exigências aplicáveis ao caso. Envolva o jurídico na escolha de autenticação e nas evidências necessárias; não use o Sandbox como prova de um ato real.
Perguntas frequentes
É preciso falar com vendas para ler a documentação?
Não. A documentação da API é pública. Para testar chamadas, crie uma conta no ambiente adequado e gere sua chave de desenvolvedor.
Posso usar a mesma chave em Sandbox e produção?
Não. As chaves e bases são separadas. Valide a integração no Sandbox e configure uma chave de produção somente para o deploy de produção.
Como evitar envelopes duplicados?
Envie uma Idempotency-Key estável por operação POST, trate retries no seu backend e associe o identificador recebido ao registro de origem.
Por onde começar uma avaliação comercial?
Sua equipe vai implementar a API? Conheça a página para desenvolvedores e siga a documentação técnica. Se precisa definir condições, volume ou apoio à implantação, converse com o time comercial. Confirme o plano e o suporte para o caso de uso da sua empresa.
Próximo passo: teste o primeiro envelope no Sandbox, valide o recebimento dos webhooks e só depois promova as credenciais e URLs para produção. Abrir documentação da API SuperSign.
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